sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Luthieria

Precisava consertar meu violão (na verdade só regular o braço, buut eu não sei fazer isso) meu namorado tinha me indicado um luthier em Sampa, em uma rua que eu não me lembro o nome, mas fica pertíssimo da 25 de março, largo de São Bento e tal... É por ali.
Décimo terceiro andar de um prédio comercial velho. Subi de elevador e encontrei a porta do local aberta, entrei e chamei pelo Edson, o Luthier, que com uma simpatia enorme não demorou a me atender. Enquanto o Edson examinava meu violão empenado, eu curiosa observava os instrumentos que lá estavam. Tinha de tudo, mas a maioria eram violões e guitarras. Havia de todos os tipos, marcas, cores. Alguns empoeirados, outros desmontados. Ousei e toquei alguns instrumentos, me apaixonei por um violão de doze cordas , arrisquei uma música nele e o Edson logo acompanhou na voz. Me interessei por um banjo, esse eu quase trouxe para casa, mas me controlei Rs
Perdida e me divertindo em meio a tantos instrumentos, só me encontrei quando o Edson terminou de examinar meu violão e me chamou para passar o orçamento, três dias uteis para retirar. Tudo certo, me despeço e vou embora, ao sair dou de cara com ele... Um esbarrão de frente, um encontro ao acaso na Luthieria do Edson. São Paulo imensa, existem milhões de Luthiers, basta uma pesquisada no google que é possível ter noção da vasta quantidade, e ele vai ser cliente logo do Edson, e não só, em uma manhã de sexta-feira ele decide levar o violão dele para regular também. Bem no mesmo dia, horário e local que eu.
 
Um sorriso surpreso, um oi seguido de um abraço...
 
O acaso sempre fez com que nos encontremos e a música desde o início de toda história, também...
 
"Mil acasos me levam a você..."
 
 
 

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