domingo, 7 de dezembro de 2014

Inerte

Aquela falta de não sei o quê, misturado com o vazio de nada. Domingo de sol e eu olhando a rua pela janela, pensando em tudo e não chegando a conclusão nenhuma. Tanto amor, afeto, tanto de tanto. Tanta gente. Não tive vontade de tocar violão hoje, tão pouco de estudar para a prova de terça-feira, não é melancolia, nem tristeza. Talvez seja o coração reclamando aquilo que ficou na vontade. O que não se completou. O que eu imaginei que era, ou talvez até foi. A vida que de tão incerta, me deixa apreensiva. Minha guitarra muda me faz lembrar aquele som que tanto desejamos, mas nunca fizemos. Suas figuras, palhetas, e até o som da tua gaita estão aqui. Tudo toma forma e tende para o fim. Não demora não, tá?

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